Santana VW: Conheça a história desse ícone da Volkswagen

Imagem da primeira versão do Santana VW

O Santana VW foi considerado um marco para a marca alemã aqui no Brasil. Visto que, foi o primeiro carro de luxo da Volkswagen disponível no mercado brasileiro. Além disso, por vários anos foi o “queridinho” dos taxistas. 

Com sua produção entre 1984 e 2006, o Santana é um sedã de categoria média. Onde durante os anos de 80, era o top de linha da VW, pois cumpriu a missão de ser o carro mais confortável da marca. Conheça a história desse modelo e suas principais versões. 

História da Santana VW


Imagem de divulgação da primeira versão do Santana VW


O Santana VW, foi considerado por vários anos como o carro de luxo da Volkswagen. Sendo que a escolha do nome alemão significa “carro para o povo”. Certamente, por ser um sedã mais acessível, do que os demais da época. 


Com a sua chegada no mercado brasileiro em 1984 o Santana Volkswagen surpreendeu a muitos. Contudo, pode-se dizer que esse modelo começou a nascer em 1962, quando a Volkswagen adquire a Audi. 


O Santana teve a sua apresentação no Brasil durante eventos no Salão do Carro a Álcool,  em novembro de 1983. Dessa forma, tendo a sua chegada oficial ao mercado brasileiro em julho de 1984. Assim, inaugurando a categoria sedã da Volkswagen no país. 

O carro de luxo para todos 

Imagem apresentando o Santana VW 1986

A primeira versão do VW Santana tinha carrocerias de duas e também quatro portas. Sendo que a primeira foi desenvolvida aqui no Brasil. Além de atender, até meados dos anos 90, a preferência nacional. Assim como, apresentava três níveis de acabamento que são: 

  • Básico com a versão CS - Comfort Silver; 

  • Intermediária: CG - Comfort Gold; 

  • Top de Linha: CD - Comfort Diamond. Esse nível poderia receber direção hidráulica, ar-condicionado, câmbio automático com três marchas e o toca-fitas Bosch.


O Santana VW foi o único modelo da montadora Volks que recebeu as nomenclaturas acima. Modelos esses que foram criados para “bater de frente” com o concorrente da época, o Monza Chevrolet.


Imagem do Santana VW Quantum 1986

A primeira versão sofreu uma atualização no ano de 1985, onde é introduzida ao mercado automotivo a perua Santana Quantum. Possuindo, os mesmo níveis de acabamento, além de recursos como segurança, conforto e também tecnologia. 

Características do primeiro modelo

A primeira versão do Santana VW era dotado com linhas funcionais. Além disso, possui proporções apropriadas para um sedã executivo. Abaixo veja as principais características do primeiro modelo: 


Foto do Santana Quantum e Santana 1989


  • Faróis simples com piscas separados; 

  • Grade frisada clássica da Volkswagen; 

  • Lanternas traseiras horizontais, conforme estilo da época. Além de ser bem distribuídas; 

  • Para-choques de formato simples e de plástico. Onde deixava a parte inferior da carroceria exposta;

  • A versão de duas portas pesava cerca de 1.070;

  • Comprimento de 4.537 metros;

  • 1.695 metros de largura; 

  • Altura entre eixos de 2.550 metros.


Foto painel do Santana VW

Já no interior dessa versão do Santana Volkswagen possuía os seguintes itens: 


  • Sistema de áudio; 

  • Difusores de ar;

  • Instrumentação concentrada no motorista;

  • Cluster com conta-giro;

  • Relógio analógico na  versão CS;

  • Velocímetro grande, que apresentava, em tamanho menor, o nível de combustível e de água; 

  • Controles de ar condicionado e aquecimento ficavam embaixo do rádio-toca fitas Bosch;

  • Volante quatro raio com quatro pontos quadrados de buzina. Além da sigla CD na versão mais completa; 

  • Painel com frisos cromados com um acabamento em dois tons. Possuindo difusores de ar horizontais e também verticais; 


Imagem do interior do Santana

  • Relógio digital no cluster, cinzeiro e acendedor de cigarros;

  • Vidros elétricos acionados no console central do sedã;

  • Luzes-espia duráveis e em LED;

  • Banco com um excelente acabamentos e com cinto de três pontos, exceto para o quinto passageiro;

  • Apoio de braço central no banco traseiro;

  • Faróis de neblina na versão CD;

  • Antena elétrica. 

Características marcantes do motor 

Todas as versões do Santana VW possuíam o mesmo tipo de motor, o 1.8 litro com carburador de corpo duplo. Tendo assim, uma potência de 85 cv e um torque de 14,6 m.kgf, na versão gasolina, já nos modelos a álcool, tinha 92cv e 14,9 m.kgf. 


Esse mesmo motor já estava na linha Volks com o Gol GT. Contudo, para o Santana, foi necessário deixar “amansado” para que se obtivesse um potência, assim como, um torque para regimes mais baixos. 


O diferencial do Santana VW para o Gol GT era a caixa de transmissão manual e com cinco marchas. Tendo última, mais longa, a sobremarcha. Assim, reduzindo o consumo e ruído para uso em rodovias.


Imagem do motor do Santana VW 1984

 

As versões CS e CG da caixa de série tinham quatro marchas e compartilhavam as relações entre a primeira e a quarta marcha, com a de, recém lançada, caixa com  marchas. 

Desempenho do Santana Volkswagen

Com um desempenho adequado para o modelo, o Santana Volkswagen tinha uma aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 11,9 segundos. Além de alcançar uma velocidade máxima de 171 km/h, nos motores a álcool. 

Santana VW

A primeira versão do motor tinha um problema, o nível de aspereza em alta rotação. Sendo causado devido a bielas mais curtas, de 136 mm em vez de ter 144mm, igual ao projeto original alemão. Assim, resultando uma relação R/L negativa para esse modelo. 


A suspensão traseira trouxe novidades, as buchas “inteligentes” e silenciosas. Ou seja, garantindo uma deformação mais calculada, de uma maneira que evita a divergência na roda externa durante as curvas. Assim como, garantindo uma maior estabilidade. 

Gerações do Santana 

O Santana VW teve três gerações aqui no Brasil. Conheça quais foram e suas versões: 

Primeira geração

Santana VW 1984 CS

A primeira geração ocorreu entre 1984 e 1990.. Sendo então uma versão de entrada no mercado. Possuindo assim, as seguintes séries fabricados no Brasil: 


  • CS; 

  • CG;

  • CD;

  • Do mês; 

  • C;

  • CL;

  • GL;

  • GLS;

  • Evidence; 

  • EX;

  • Sport. 

Segunda geração 

Santana VW Sport


Já a segunda geração teve versões entre 1991 a 1997. Veja quais foram os principais:


  • CL;

  • GL;

  • GLS;

  • Sport 2000i;

  • CLi;

  • GLi;

  • GLSi;

  • Série única;

  • Mi;

  • Evidence;

  • Exclusiv;

  • Family.

Terceira geração 

Santana VW Exclusic 2.0


Para finalizar as gerações de ouro do Santana VW, a Volks criou a terceira geração. Tendo assim versões entre os anos de 1999 a 2005. Abaixo a lista com os modelos dessa geração. 


  • 1.8;

  • 2000MI;

  • Evidence;

  • Exclusiv;

  • 2.0;

  • 1.8 Comfortline;

  • 2.0 Sportline;

  • 2.0 Comfortline. 



Tabela FIPE: O que é e como consultar


Foto de rodovia com veículos


A Tabela FIPE é sempre consultada ao vender ou comprar um veículo novo ou usado. Além disso, a mesma é usada como um parâmetro para seguros nacionais. Assim como, para definição de valores de financiamentos. 


Muitos utilizam essa ferramenta de preços.Entretanto, poucos conhecem de fato como essa tabela pode ser usada. Pensando nisso, criamos esse artigo falando sobre a Tabela FIPE e também um passo a passo de como consultá-la de forma correta. Confira. 

Tabela FIPE: O que é? 

A Tabela  FIPE foi criada em 1973, por meio da FEA - USP. Assim, tornando-se a maior referência quando o assunto é o valor de veículos novos, seminovos e usados. Do mesmo modo, é considerado um parâmetro para financiamentos para os seguintes meios:


  • Carros;

  • Motos; 

  • Caminhões.


Mesmo sendo uma base para os preços de comercialização de veículos aqui no Brasil, a Tabela FIPE pode sofrer variação. Sendo assim, os valores praticados podem ser maiores ou menores do que o da tabela. Assim, dependendo da região no qual ocorrerá a venda. 

Como funciona a Tabela FIPE

Para que se tenha um cálculo do preço de cada veículo, é realizada uma coleta de dados dos valores praticados em todo Brasil. Onde são descartados os preços mais altos e mais baixos. Então, considerando apenas a média, será a base da Tabela FIPE


Todos os meses, os valores disponíveis são atualizados. Além disso, é por meio dessa tabela que são definidos o IPVA e também o seguro para automóveis. Do mesmo modo que, para cada estado, será definida uma alíquota com base na FIPE. 


Página inicial da Tabela FIPE


Código na Tabela FIPE: O que é e como consultar?

O Código FIPE é a única referência para a Tabela FIPE. Tendo como finalidade fazer a identificação dos modelos de veículos. Assim como, as seguradoras baseiam - se neste código para cálculos.


Para se saber o código de seu veículo na Tabela FIPE é bem simples. Confira abaixo: 


  • Acesse ao site da Tabela FIPE oficial

  • Navegue na seção “Índices e Indicadores”;

  • Selecione a opção “Preço Médio de Veículos”.


Por meio desta página, será possível selecionar a categoria, modelo e ano do veículo que será consultado. Portanto, possibilitando ao sistema apresentar uma pesquisa mais completa sobre o período com base nas seguintes informações: 


  • Referência de período; 

  • Marca do veículo; 

  • Modelo;

  • Ano de fabricação. 


Após preencher esses dados acima solicitados, o sistema apresentará o Código FIPE e também o valor médio cobrado no mercado. Onde o vendedor e o comprador terão a base do valor de um determinado veículo. 

Como consultar o valor de um veículo na Tabela FIPE? 

Para se consultar o preço na Tabela FIPE de um veículo, basta seguir os seguintes passos: 


Quando trocar o óleo do motor?

 

Quando trocar o óleo do motor (Capa)


A principal dúvida de quem tem um automóvel é quando trocar o óleo do motor. Visto que, é um bom lubrificante garante que o motor funcione bem. Veja aqui.

Troca de óleo: Quando fazer? 

Parece até simples, mas a troca de óleo é essencial para garantir uma vida útil ao motor do seu carro. Certamente, uma má lubrificação pode ocasionar desde danos simples até o tão temido “motor fundido”. 


É de suma importância que se faça com frequência a troca. Além disso, o filtro de óleo também deve ser substituído. Já que o mesmo é responsável pela retenção de impurezas que possa ter no motor. 


Os fabricantes recomendam que a substituição do lubrificante do motor seja feita em um período determinado. Assim, variando conforme o modelo, motor ou marca do veículo. Veja abaixo quando trocar o óleo do carro


  • Carros mais antigos o ideal é a cada 5.000 quilômetros; 

  • Veículos novos entre 10.000 km ou com 12 meses de uso;

  • Para motores a diesel, como das marcas Fiat, Renault ou Jeep, é recomendável que a  troca seja a cada 20.000 km; 

  • Modelos como a Ducato a substituição deverá ser feita quando atingir 15.000 quilômetros. 


Já para motores que têm um desempenho diferente dos demais, como o Sandero RS, o prazo de troca do óleo é outro. Sendo que, em intervalos de 8.000 km deverá ser feita a substituição.



Quando trocar o óleo do carro?

Óleo do motor: Por que trocar? 
É de total importância que ocorra a substituição do lubrificante de motor de tempos em tempos. Do mesmo modo que alguns cuidados devem ser tomados.

O óleo é essencial por ser responsável pela lubrificação, limpeza e também a refrigeração do motor. Entretanto, quando não trocado no prazo certo pode causar um péssimo desempenho no veículo. Assim, há três tipos diferentes de óleo lubrificante, que são:


  • Sintético: Formulado por óleos básicos sintéticos e também aditivos. Ambos com grau alto de pureza, melhorando assim a suas propriedades tanto físicas quanto químicas;

  • Semi-sintético: Elaborado por meio da mistura de óleos básicos minerais com sintéticos com uma proporção pequena definida. Assim, reunindo as propriedades de cada tipo para garantir bons resultados;

  • Mineral: Essa é a opção mais barata e comum, além de atender as necessidades básicas que o motor necessita. O óleo mineral é obtido por meio da separação de alguns componentes do petróleo. 


Em hipótese alguma deve-se misturar óleos lubrificantes diferentes. Já que por terem composições com determinada formulação poderão prejudicar o motor. Por isso, escolha o lubrificante que melhor se adapta tanto ao seu carro quanto ao seu bolso. 


Quando trocar o óleo do carro?


Como trocar o óleo do motor? 

Sabendo o momento certo de quando trocar o óleo do carro é importante como fazer corretamente esse processo. Para te ajudar, criamos um passo a passo explicativo de como realizar a substituição do lubrificante. Confira: 


  • Coloque o carro com o motor aquecido, e não quente, em um lugar plano;

  • Deixe o freio de mão engatado para não ocorrer nenhum acidente;

  • Abaixo do cárter deixe a bandeja coletora;

  • Faça a remoção da tampa que fica localizada no bocal para enchimento do óleo;

  • Retire o parafuso referente ao bujão para drenagem do líquido do cárter;

  • Deixe o óleo cair sobre a bandeja para a coleta;

  • Utilize a chave de filtro para retirar o mesmo;

  • Com todo o líquido lubrificante esvaziado, recoloque o bujão do cárter e faça o aperto;

  • No filtro de óleo, passe uma leve camada de óleo, para que assim garanta um boa fixação do mesmo;

  • Feito isso, coloque o lubrificante recomendado do bocal de enchimento. Assegurando sempre de colocar a quantidade que é recomendada pelo fabricante. Além de conferir pela vareta o nível;

  • Recoloque a tampa do bocal e também a vareta.


Seguindo os passos acima descritos de como trocar o óleo do motor do carro, será mais fácil o processo. Em caso de dúvidas, consulte sempre o manual do fabricante do seu veículo.


Santana VW: Conheça a história desse ícone da Volkswagen

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